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Carla vê o aperto sumir da mão de Diana. O saco vermelho cai contra o corpo dele, e os joelhos encontram o mármore com um som seco. Ela vê o frio da pedra subindo pelas canelas, o algodão molhado grudado no pau duro, o peso do próprio corpo comprimindo o saco latejante entre as coxas. Carla se levanta primeiro — vê seus próprios dedos sumirem dentro da própria calcinha, os olhos verdes cravados no volume que a cueca não esconde mais. Fernanda vem atrás, a mão cobrindo a boca, os olhos castanhos arregalados. Júlia já está ajoelhada ao lado dele, e quando ela tira a mão de entre as pernas, o som molhado ecoa no silêncio. A voz de Diana chega do alto, calma como se falasse com uma criança: — Agora você vai se masturbar para elas. E quero ver você gozar na cueca.
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